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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Julho.

  Até certo tempo, o mês que eu desejava ter vindo ao mundo; desde algum tempo, o mês mais aguardado do ano. Dias e dias estressantes, feriados que são atropelados e amizades que são postas à prova em uma época angustiante. Os quatros meses mais demorados do ano são março, abril, maio e junho. É fato. Até o São João, às vezes, demora de passar. Porém, eis que chega o empolgante número sete, que não pergunta se você ainda tem algo acadêmico ou do trabalho para fazer. Simplesmente se posta lá. Na sua mente, lhe dizendo que é hora de acordar, abrir os olhos da vida e enxergar.

  É quando você pode reviver. Ou rever. Ou, então, só realizar as promessas que ficaram guardadas do fim das férias ou do primeiro período de provas.

  É hora de aproveitar. Mais do que você já acreditava fazer. Com amigos que não estavam lá, no anteceder. Mergulhe. E só depois prenda a respiração. Aí você abre os olhos e solta a respiração. Dá um loop, estica as pernas... E pula! O mais alto que conseguir. Depois, corra. Dali mesmo, não importa onde. Corra. Corre, menino. Não pare enquanto não esmaecer esse ímpeto de liberdade.

   Pronto, aí você mudou seu enredo.

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